Passo 01
Você fixa o link
Um link curto, fixado na transmissão e falado na câmera. É a única ponte entre a live e o sistema — sem integração com o Instagram.
Nesse intervalo a cliente esfria, o comentário se perde no meio de centenas e a mesma peça acaba vendida duas vezes. O LiveShop fecha o pedido enquanto a transmissão ainda está no ar — sem tirar ninguém do Instagram e sem você mudar o jeito de vender.
Em piloto. As primeiras vendedoras não pagam nada.
O pico de vontade de comprar é durante a transmissão. Todo o trabalho de capturar essa vontade vem depois dele — no direct, uma cliente por vez.
Depois.
É quando a venda da live realmente se fecha hoje: quando a transmissão já acabou e a plateia foi embora. O LiveShop existe para trazer isso para o durante.
O redirecionamento acontece uma vez, no começo, quando a curiosidade é máxima — e não na hora de decidir a compra, onde qualquer atrito mata a venda.
Passo 01
Um link curto, fixado na transmissão e falado na câmera. É a única ponte entre a live e o sistema — sem integração com o Instagram.
Passo 02
Abre uma página leve, se identifica pelo telefone e volta a assistir. Aquela página vira o carrinho dela, sincronizado com a live.
Passo 03
Conforme apresenta, cada peça aparece na tela de quem está assistindo, com preço e quantidade. Um toque por peça, com o catálogo já cadastrado antes.
Passo 04
Ela escolhe o que levar e fecha quando quiser — uma peça no minuto 10, o resto no fim. Quem fecha primeiro leva.
A transmissão continua inteira no Instagram. Não hospedamos vídeo, não dependemos de nenhuma API da Meta e ninguém precisa instalar aplicativo — nem você, nem a sua cliente.
A peça sai do estoque no instante em que alguém fecha o pedido. Duas clientes disputando a última: uma leva, a outra é avisada na hora e entra na fila caso a peça volte. Sem promessa dupla e sem desmentido ao vivo.
O carrinho é uma segunda aba que fica aberta junto com a transmissão. O vídeo continua exatamente onde está.
Pix na hora quando tem entrega. Retirada na loja, pago no balcão como sempre foi — o sistema só guarda a peça.
O código nasce com valor e marca do pedido. Seu extrato para de ser adivinhação de quem pagou o quê.
Na segunda live a cliente entra com um toque, e o endereço vem junto — inclusive quando a primeira vez foi na live de outra vendedora.
O Pix vai direto da cliente para a sua chave. A gente não recebe, não retém e não repassa — o checkout é seu.
Nada aqui é sobre vender mais por mágica. É sobre parar de perder o que já estava vendido.
A cliente vê a peça
HojeComenta “eu quero” no meio de centenas de comentários
LiveShopDigita o código da peça e coloca no carrinho dela
Duas querem a mesma peça
HojeVocê só descobre depois, e desmarca uma delas no direct
LiveShopQuem fecha primeiro leva. A outra é avisada na hora
Na hora de pagar
HojeVocê chama uma por uma e manda a chave Pix no direct
LiveShopO código já nasce pronto, com valor e identificação
O Pix cai
HojeSem nome. Você cruza valor e horário para adivinhar quem foi
LiveShopO extrato chega marcado com o pedido
Venda para retirar na loja
HojeAnotado no caderno e no fio da memória
LiveShopReservado no sistema, pago no balcão na retirada
O endereço de entrega
HojePedido no chat, uma cliente por vez
LiveShopJá preenchido desde a live anterior
Quando a live acaba
HojeComeça o trabalho: horas de direct para fechar o que foi vendido
LiveShopA lista de separação já está pronta
As primeiras contas entram sem pagar nada. Em troca, a gente acompanha a live de perto, corrige o que atrapalhar e mede o que realmente funciona numa transmissão de verdade.
O LiveShop ainda não está no ar. Esta página existe para encontrar as primeiras vendedoras e descobrir, numa live real, se o desenho se sustenta. Se não se sustentar, a gente prefere saber agora.